sábado, 8 de março de 2025

 Até que a morte nos separe 


A morte não separa,

Somente o desamor,

Pois a vida é tão clara

Na alegria e na dor.


Além do que nos espera 

Ou é sagrado ou é profano. 

Tanto é Anjo como é Quimera.

É nada mais do que um ledo engano.


Será que é como imaginamos?

Entre malditos e benditos,

São só os reflexos do que somos,

Tão pequenos e famintos.


É por esse longo caminho 

Que se anda pra sempre unido,

Mesmo que seja em desalinho

O amor é correspondido.


sbs

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