"Existem coisas na estrada que me chamam a atenção!"
Olho por cada
Caminho...
Olho por cada
Destino...
? e me pergunto,
Que fim levou...
Sorte... futuro.
Direção ou rumo.
Existem coisas
Que me chamam...
E, me chamam a atenção.
Estrada. Casa.
Há uma estrada que me leva
Pra casa ou não...
Há uma casa engraçada,
Que me prende o coração.
O meu olhar
Não se cansa,
Nem tem pressa.
Talvez, há uma certa esperança.
O meu olhar,
Que escreve, que me escreve
Como a luz - Fotografia.
O meu olhar que não se perde em vão...
Existem coisas
Que me chamam a atenção,
Coisas na estrada...
É como a alma que se abre.
Existem casas
Estradas
Portas e janelas
E coisas outras
(baseado na Fotografia de Nádia Raupp Meucci)
segunda-feira, 13 de maio de 2019
domingo, 12 de maio de 2019
O Ar De Um Tempo
Eu vejo
Um novo olhar,
Nos diversos
Campos do saber.
Mas, ainda há
O homem
E a sua fera interna,
Tão primitiva - Das Cavernas.
Mas, ainda há
A humanidade
E a sua falta de compreensão
Com a esfera - A Terra.
Será que a realidade
É mais fascinante
Que a ficção
?
Será que a ignorância
É menos dolorida
Que o conhecimento
Da existência.
Eu vejo
Um novo olhar
Nos diversos
Campos do saber
Mas o que a vida faz
Sem a Arte por detrás?
O vídeo. A tecnologia.
Nada passa de uma realidade Virtual (?)
Mas, se não há utopia,
O que será do seguinte dia?
O ideal será fantasiar ou seria...
Ou a esperança é o que ainda há?
Eu vejo
Um novo olhar,
Além desses tempos
Que não há...
Eu vejo
Um novo olhar,
Nos diversos
Campos do saber.
Mas, ainda há
O homem
E a sua fera interna,
Tão primitiva - Das Cavernas.
Mas, ainda há
A humanidade
E a sua falta de compreensão
Com a esfera - A Terra.
Será que a realidade
É mais fascinante
Que a ficção
?
Será que a ignorância
É menos dolorida
Que o conhecimento
Da existência.
Eu vejo
Um novo olhar
Nos diversos
Campos do saber
Mas o que a vida faz
Sem a Arte por detrás?
O vídeo. A tecnologia.
Nada passa de uma realidade Virtual (?)
Mas, se não há utopia,
O que será do seguinte dia?
O ideal será fantasiar ou seria...
Ou a esperança é o que ainda há?
Eu vejo
Um novo olhar,
Além desses tempos
Que não há...
quinta-feira, 9 de maio de 2019
Pensei que tudo seria diferente dessa vez
Pensei que o dia começaria antes do anoitecer
Mas acordei depois das 23
A minha vida é um mar de estrelas decadentes
Só há gente querendo viver até a próxima hora
Pois o resto não interessa depois que amanhecer
Eu quero é dar o fora
Chega dessa de ser vampiro
Sugando ilusões de quem não tem mais sonhos
Eu quero é ver a luz do dia agora
Chega dessa fantasia que logo evapora
Chega de tantos rostos estranhos e falsas histórias
Pensei que nada fosse acontecer
Pensei que a noite fosse o melhor que se tem pra fazer
Mas vi que só enfraquece o meu ser
Minha memória perde a validade
Meu corpo até parece que tem outra idade
E o meu coração não suporta mais
Eu quero é me encontrar
Pra entender o que ninguém consegue me explicar
Estou jogando pra perder
Estou ganhando o que ninguém quer ter
Estou me prendendo a essa multidão
Pra viver no meio da solidão
Pensei que o dia começaria antes do anoitecer
Mas acordei depois das 23
A minha vida é um mar de estrelas decadentes
Só há gente querendo viver até a próxima hora
Pois o resto não interessa depois que amanhecer
Eu quero é dar o fora
Chega dessa de ser vampiro
Sugando ilusões de quem não tem mais sonhos
Eu quero é ver a luz do dia agora
Chega dessa fantasia que logo evapora
Chega de tantos rostos estranhos e falsas histórias
Pensei que nada fosse acontecer
Pensei que a noite fosse o melhor que se tem pra fazer
Mas vi que só enfraquece o meu ser
Minha memória perde a validade
Meu corpo até parece que tem outra idade
E o meu coração não suporta mais
Eu quero é me encontrar
Pra entender o que ninguém consegue me explicar
Estou jogando pra perder
Estou ganhando o que ninguém quer ter
Estou me prendendo a essa multidão
Pra viver no meio da solidão
terça-feira, 7 de maio de 2019
status quo (ante bellum)
Onde vamos cortar na carne?
Quem sabe pegar esse daí (?)
Que não tem nome, nem sobrenome,
Que não vale nada,
Que ninguém vai se lembrar,
Como foi? O que fez?
bye-bye...
Pois não interessa pra ninguém...
É assim que todo mundo faz.
É assim que a vida trata
Quem nem menos tem,
Quem não tem nada demais...
Enquanto muitos morrem de fome,
Poucos comem lagostas e vinhos importados.
Tudo pra manter o poder no status das coisas.
(antes da guerra)
Onde vamos cortar na carne,
Pra patrocinar nosso jantar?
Quem sabe matar de fome,
Esse aí, que tem o nome de Ninguém.
É assim que todo mundo faz,
É assim que a sociedade vê os desiguais,
Numa igualdade que não se desfaz,
Direitos & Deveres em leis artificiais.
Cadê a revolução?
Vai ser pra sempre circo & pão (?)
Pra manter o status quo
ante bellum
Quem "somos" culpados
Quem são eles?
Quem são os reféns
Quem somos? Livres & Soldados?
Onde vamos cortar na carne?
Quem sabe pegar esse daí (?)
Que não tem nome, nem sobrenome,
Que não vale nada,
Que ninguém vai se lembrar,
Como foi? O que fez?
bye-bye...
Pois não interessa pra ninguém...
É assim que todo mundo faz.
É assim que a vida trata
Quem nem menos tem,
Quem não tem nada demais...
Enquanto muitos morrem de fome,
Poucos comem lagostas e vinhos importados.
Tudo pra manter o poder no status das coisas.
(antes da guerra)
Onde vamos cortar na carne,
Pra patrocinar nosso jantar?
Quem sabe matar de fome,
Esse aí, que tem o nome de Ninguém.
É assim que todo mundo faz,
É assim que a sociedade vê os desiguais,
Numa igualdade que não se desfaz,
Direitos & Deveres em leis artificiais.
Cadê a revolução?
Vai ser pra sempre circo & pão (?)
Pra manter o status quo
ante bellum
Quem "somos" culpados
Quem são eles?
Quem são os reféns
Quem somos? Livres & Soldados?
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Menina-dos-olhos
Toda deslumbrada...
Um olhar bendito
De quem nunca foi maculada (?)
Toda deslumbrada...
Um olhar bendito
De quem nunca foi maculada (?)
Toda amor
E sobre o lençol,
Eternas vermelhas flores.
Toda vida,
Mais que todo instante,
Pra sempre querida.
Toda sinfonia
Entrelaçando luz das estrelas,
Paixão e felicidade infinita.
Toda doçura,
Sorriso contagiante,
Elevando aos céus, às alturas.
Toda hora,
Lua e sol no fundo d'alma
E, às vezes, gotas de orvalho...
E sobre o lençol,
Eternas vermelhas flores.
Toda vida,
Mais que todo instante,
Pra sempre querida.
Toda sinfonia
Entrelaçando luz das estrelas,
Paixão e felicidade infinita.
Toda doçura,
Sorriso contagiante,
Elevando aos céus, às alturas.
Toda hora,
Lua e sol no fundo d'alma
E, às vezes, gotas de orvalho...
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Contemplando o limiar de uma tardinha
O que me encanta,
É o horizonte.
O que há por detrás (?)
Por detrás das linhas,
Nas entrelinhas,
Além desse instante.
O que me encanta,
É o horizonte.
O que há por detrás (?)
Por detrás das linhas,
Nas entrelinhas,
Além desse instante.
Há uma luz de um fim de tarde
Que se vai
E leva qualquer saudade,
Iluminando a noite que vem.
Não há idade para olhar
O que o olhar aos poucos retém.
O que me encanta,
É o limite definido aparente.
Mas, que a mente não se cansa,
Mesmo que haja uma vaga lembrança
Que, se repete no tempo.
E todo esse movimento parece rapidamente lento.
Há uma luz que das alturas avança,
Que vem como luva de seda e se lança,
Abraçando prédio a prédio,
Afastando de vez todo o tédio.
E, como num breve poema envolto em carinho,
Beija a menina do prédio vizinho.
sbs
(sobre fotografia de Leandro Selister)
Que se vai
E leva qualquer saudade,
Iluminando a noite que vem.
Não há idade para olhar
O que o olhar aos poucos retém.
O que me encanta,
É o limite definido aparente.
Mas, que a mente não se cansa,
Mesmo que haja uma vaga lembrança
Que, se repete no tempo.
E todo esse movimento parece rapidamente lento.
Há uma luz que das alturas avança,
Que vem como luva de seda e se lança,
Abraçando prédio a prédio,
Afastando de vez todo o tédio.
E, como num breve poema envolto em carinho,
Beija a menina do prédio vizinho.
sbs
(sobre fotografia de Leandro Selister)
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