Um Elogio à Ordem em Desordem
Duvido de mim mesmo
Não a esmo...
Nem me perco em devaneios
à toa...
Talvez, ao sabor dos ventos
Me deixo... mas, não me afasto...
Nem das horas, nem dos tempos
Não a esmo...
Nem me perco em devaneios
à toa...
Talvez, ao sabor dos ventos
Me deixo... mas, não me afasto...
Nem das horas, nem dos tempos
Não sou nenhum Dom Quixote
Entre as fronteiras dos pensamentos
E das sonhadoras realidades...
...nem luto com os moinhos
Mas, sou cavalheiro cavaleiro errante
Sou das entregas sinceras
E das despedidas nas antevésperas...
Entre as fronteiras dos pensamentos
E das sonhadoras realidades...
...nem luto com os moinhos
Mas, sou cavalheiro cavaleiro errante
Sou das entregas sinceras
E das despedidas nas antevésperas...
Duvido de mim mesmo
?sou de sentimentos grotescos
Às vezes...
Sou impulsivo, por meses!
Quase um delinquente ou malandro
Sou do tipo picaresco:
Um aventureiro. Um vadio.
?sou de sentimentos grotescos
Às vezes...
Sou impulsivo, por meses!
Quase um delinquente ou malandro
Sou do tipo picaresco:
Um aventureiro. Um vadio.
Não sou doce ilusão dos amores perfeitos...
Desses de romances por inteiros
E sofisticados sentimentos.
Sou meio a meio...
Metade pássaro e metade simples de coração
...um verso inacabado
Uma canção inaudível aos insensíveis.
Desses de romances por inteiros
E sofisticados sentimentos.
Sou meio a meio...
Metade pássaro e metade simples de coração
...um verso inacabado
Uma canção inaudível aos insensíveis.
Duvido de tudo isso
Duvido de mim mesmo
Duvido da vida
Duvido da morte
De qualquer bebida
De qualquer sorte
Duvido de Dom Quixote (?)
Duvido de mim mesmo
Duvido da vida
Duvido da morte
De qualquer bebida
De qualquer sorte
Duvido de Dom Quixote (?)

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