segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

INSULTOS
Às vezes sofro com as injustiças do mundo... É como se fosse uma série de pancadas simultâneas. Outras vezes, ando tão tranquilo e nada é tão profundo... É como se fosse mil esperanças eternamente momentâneas. Mas, tudo não passa de surtos pois, nada é menor que um absurdo. Enquanto dentes grandes e salientes devoram corações e mentes, Doentes são salvos por humanos que sentem... Não há mais o que se possa fazer com tantos dementes, Nem com os filhos-da-puta que, as mortes, consentem... Nasceram do mesmo útero, envolto aos preconceitos. Não há sonhos verdadeiros, nem seres humanos perfeitos. O que há, é apenas os insultos gerados pelos desvairados devaneios... O que há, é uma sociedade que se cala, que consente.
Às vezes sofro com as injustiças do mundo... É como se fosse uma série de pancadas simultâneas...

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