INSULTOS
Às vezes sofro com as injustiças do mundo...
É como se fosse uma série de pancadas simultâneas.
Outras vezes, ando tão tranquilo e nada é tão profundo...
É como se fosse mil esperanças eternamente momentâneas.
Mas, tudo não passa de surtos pois, nada é menor que um absurdo.
Enquanto dentes grandes e salientes devoram corações e mentes,
Doentes são salvos por humanos que sentem...
Não há mais o que se possa fazer com tantos dementes,
Nem com os filhos-da-puta que, as mortes, consentem...
Nasceram do mesmo útero, envolto aos preconceitos.
Não há sonhos verdadeiros, nem seres humanos perfeitos.
O que há, é apenas os insultos gerados pelos desvairados devaneios...
O que há, é uma sociedade que se cala, que consente.
Às vezes sofro com as injustiças do mundo...
É como se fosse uma série de pancadas simultâneas...

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