A MORTE QUE O POETA AMOU
Um poema ao amor,
É um poema à vida...
Enquanto o suicida
Valoriza o espectro da morte
Pois, acredita em outra vida (?)
Será que existe na dor esta sorte (?)
A partida, às vezes é uma saída
Em que o adeus é a despedida...
Não há volta quando se descobre
Que a hora é a hora do lençol que te cobre...
É chegado o momento do abraço final,
Em que todo o sentimento é um rito tribal.
Perder a cor, o sorriso, o olhar...
Tudo perder-se no invisível...
Perder o beijo, o desejo, o sonhar...
Nada é maior do que possa ser sensível...
Diga a todos que, as lembranças são tão vivas
E que qualquer recordação não abre feridas.
Diga a todos que o caminho é mais que destino,
É o encontro com o bem querer do Divino.
É um poema à vida...
Enquanto o suicida
Valoriza o espectro da morte
Pois, acredita em outra vida (?)
Será que existe na dor esta sorte (?)
A partida, às vezes é uma saída
Em que o adeus é a despedida...
Não há volta quando se descobre
Que a hora é a hora do lençol que te cobre...
É chegado o momento do abraço final,
Em que todo o sentimento é um rito tribal.
Perder a cor, o sorriso, o olhar...
Tudo perder-se no invisível...
Perder o beijo, o desejo, o sonhar...
Nada é maior do que possa ser sensível...
Diga a todos que, as lembranças são tão vivas
E que qualquer recordação não abre feridas.
Diga a todos que o caminho é mais que destino,
É o encontro com o bem querer do Divino.

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